sábado, 26 de julho de 2008

ONG Omi-Dùdú


Visite o website da ONG Omi-Dùdú - Resgate e Preservação da Cultura Afro-Brasileira

Rapper Nas protesta racismo da rede Fox News

quinta-feira, 24 de julho de 2008

A HISTÓRIA QUE EU VI

Palestra: “MUSEU QUE EU QUERO”


Palestrante: Ebomi Cidália


Convidada Especial: Dra. Thereza Pacheco


Além de Debatedores


Temática:

O Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira – MUNCAB e o acervo religioso do Candomblé – impedimentos e possibilidades.


Objetivo:

A referida palestra terá como finalidade elaborar atributos fundamentais que possibilitem a abordagem ou a exposição de material relativo às religiões de matrizes africanas de modo adequado, possibilitando ao freqüentador do museu, informações básicas para a compreensão dos parâmetros fundamentais deste segmento religioso.


Breve apresentação de Ebomi Cidália

Cidália Barbosa Soledade – a Ebomi Cidália, nasceu na cidade do Salvador, Bahia, em 19 de fevereiro de 1930. é conhecida como a “Enciclopédia” do candomblé, por possuir um grande repertório de conhecimentos dessa religião afro-brasileira. O nome Ebomi vem em decorrência do seu cargo no Ilê Iyá Omin Axé Iyá Massê – O Terreiro do Gantois, completando em outubro de corrente ano, 70 anos de vida religiosa.

Grande parte desse período se dedicou a manter as tradições culturais e religiosas da nossa matriz africana, através da sua atuação em diversas entidades, a exemplo do Conselho do Desenvolvimento da Comunidade Negra – CDCN, fazendo palestras, seminários e conferências em espaços acadêmicos com uma linguagem fácil e contagiante, perpetuando as nossas raízes com sua vasta e brilhante memória.



PARTICIPE!


Local: SEDE DA AMAFRO

Dia: 31/08/2008 – Quinta-feira

Hora: Das 16h00 às 18h00




Coordenação: JAIME SODRÉ


Realização: AMAFRO – Sociedade Amigos da Cultura Afro-Brasileira

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Imagens do povo de santo

Será aberta na próxima terça-feira, dia 29, no auditório do Irdeb (fim de linha da Federação), a exposição fotográfica de Alberto Lima, Resistência negra na Bahia. O objetivo é discutir a participação do negro na mídia, promovendo ações que visam uma melhor inserção nas peças publicitárias de forma respeitosa e igualitária, para a valorização econômica e social dos povos da diáspora negra.

No mesmo dia e horário, palestras com Antonio Cosme e Jaime Sodré com o tema O negro na mídia. O trabalho de Alberto Lima é uma pesquisa etno-fotográfica sobre a comunidade na Bahia. Salvador é a maior cidade em população negra fora da África, com aproximadamente 82% de afrodescendentes.

As fotos são todas coloridas, apresentando o universo do povo de santo, com suas indumentárias, colares, brincos, cabelos, danças e imagens de personalidades que cultivam o candomblé. "Como explicar a sedução da fotografia? Por que ela tem o estranho poder de nos transportar para outros lugares e tempos? É a fotografia um retrato da realidade ou o recorte da mesma pelo olhar do fotógrafo? Quais os sentimentos e verdades impressas em uma imagem? Qual a sua força quando se trata de visibilizar aspectos da vida cultural de uma época ou de uma sociedade?

Essas e outras questões nos vêm à mente quando nos debruçamos sobre esse trabalho fotoetnográfico na comunidade negra soteropolitana", observa Alberto Lima. O artista busca através de suas fotografias disseminar uma cultura de consciência crítica para propor intervenções nas políticas culturais públicas e nos veículos de comunicação.

São 500 imagens digitalizadas, apresentadas em data-show, que serão projetadas durante as palestras. Haverá intervenções de alguns artistas em música (Tonho Matéria), teatro (Augusto Flávio) e poesia (Wilson Santos).